— História: Em Roads to Victory, você joga três campanhas que acontecem em momentos diferentes da segunda guerra mundial, sendo esses eventos apenas recriações menores de momentos importantes. Essas campanhas são:
- Americana: Operação Market Garden - Holanda, 17 à 25 de Setembro de 1944; Operação Avalanche - Itália, 9 à 16 de Setembro de 1943; Operação Detroit - Normandia, 6 de junho de 1944.
- Canadense: Batalha do Rio Escalda - Países Baixos, 2 de Outubro à 8 de Novembro de 1994; Operação Infatuate - Países Baixos, 1 à 8 de Novembro de 1944; Operação BlockBuster - Alemanha. 26 de Fevereiro à 3 de Março de 1945.
- Britânica: Operação Market Garden e Operação Varsity - Alemanha, 24 de Março de 1945.
Apesar de todas essas campanhas, o jogo dá um grande foco na campanha Americana, reduzindo bastante a quantidade de missões das outras campanhas e seus tempos de duração.
— Gráficos: Os gráficos são razoáveis. Modelos dos soldados são bem quadriculados, texturas, tanto dos modelos quanto do cenários, são borradas e em baixíssima resolução. Iluminação é inexistente e os cenários poderiam ser melhor detalhados. Mas, apesar de tudo isso, o jogo ainda consegue passar a sensação de estar em uma guerra, contendo cenários em ruínas, locais em chamas, bombardeios e reconstruções razoavelmente fiéis dos locais.
No geral, esse jogo parece uma versão piorada dos jogos de PS2, mas não chega a ser de todo mal.
— Jogabilidade: Roads to Victory funciona como qualquer outro CoD. Você anda, mira, atira e bate na cara dos inimigos. Mas, por ser um jogo de PSP, tudo isso funciona de formas diferentes. Pelo simples fato do PSP não ter um segundo analógico, você é obrigado a mirar usando os botões direitos do controle, o que funciona bem até, mas leva um tempo para se acostumar. Caso você jogue em emuladores, isso pode ser facilmente arrumado só configurando os controles.
Apesar de ainda ter ataque corpo-a-corpo, não existe um botão especifico para isso como nos outros jogos. Dessa vez, para atacar o inimigo com um ataque físico é necessário se aproximar dele e apertar o botão de disparo, pois todos os outros botões já estão ocupados sendo a mira.
De resto, tirando a estranheza de ser um FPS onde mira com os botões, o jogo funciona muito bem e fica até gostoso de jogar quando se acostuma com esse esquema de controles.
— Trilha Sonora: A trilha sonora... existe. Não parece mas tá lá. Toca quando quer, muito brevemente, e vai embora sem nem marcar presença. Honestamente, depois de tanto tempo sem ouvir uma música que fosse marcante o suficiente, decidi colocar a trilha sonora do DooM clássico e só segui em frente.
— Fator Replay: Assim como os outros jogos da franquia, a campanha principal é bem curta e dividida por fases, então você sempre pode muito facilmente rejogar a companha do começo ou rejogar uma fase em particular que você gostou. Fora isso, esse jogo traz um sistema de classificações, onde você ganha recompensas por uma boa performance em cada fase. No final de cada fase, você libera artworks, informações sobre armas e veículos da época, wallpapers que podem ser usados como papel de parede do seu PSP e, sendo apenas algo liberável após terminar o jogo, trapaças, sendo essas também liberáveis. Há também um modo multiplayer, mas duvido que funcione nos tempos atuais.
No Geral, Call of Duty: Roads to Victory foi Chamado para o Dever de trazer um CoD para o portátil da Sony e ele fez isso muito bem, considerando todas as limitações do console. Gráficos poderiam ser melhores e poderia ter musicas marcantes, mas ao menos tem uma jogabilidade funcional e divertida.
Nota: 7/10
Dificuldade: Hardened (Difícil)









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