~Taynori Hunter~
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| Capa oficial |
Duke Nukem é um jogo de plataforma desenvolvido e publicado pela Apogee Software para MS-DOS em 1991. O jogo 2D multidirecional conta as aventuras do personagem fictício Duke Nukem através de três episódios com dez fases cada. O nome foi brevemente alterado para Duke Nukum para evitar direitos autorais, (Fonte: Wikipedia US, Traduzido por Taynori Hunter)
Nota: Esse jogo foi brevemente vendido pela Good Old Games (GOG) na compilação Duke Nukem 1-2-3D & Manhattan Project até ter sido removido do site. Atualmente, Duke Nukem e Duke Nukem II estão sendo vendidos SEPARADAMENTE na plataforma ZOOM apenas em dólares.
— Gráficos: Duke Nukem possui gráficos simples e nada interessantes. O design dos inimigos são simplórios e desinteressantes (e aleatórios, diga-se de passagem). O próprio Duke e o vilão principal são Ok. É interessante ver Duke em suas origens, sem seu icônico óculos escuros e vestindo um colete rosa-choque. Quanto as fases, elas são bem desinteressantes, 70% delas compostas de cenários labirínticos compostas de apenas uma única cor, 90% delas sendo cinza. Ironicamente, maioria das fases possuem fundos bem feitos, como cidades, espaço e bases lunares, mas são coisas que você só vai ver se subir no topo do mapa ou encontrar uma parte do mapa onde o fundo está aberto, caso o contrário, se acostume a ver a cor cinza pelo resto da sua jogatina.
— Estória: Duke Nukem possui uma estória muito simples. Dr. Proton (Antagonista) quer dominar o mundo com seu exército de robôs e Duke Nukem parte em uma jornada para impedi-lo. Bem cliché, bem simples e material para um desenho animado.
— Jogabilidade: Duke Nukem possui uma jogablidade razoável. Por mais que os controles sejam responsivos e não haja muitos comandos, o jogo se move de maneira brusca, muito diferente de qualquer outro jogo 2D sidescrolling da época. Além disso, esse jogo não pensa duas vezes antes de te jogar um exército de inimigos quando você menos esperava, o que aumenta a dificuldade consideravelmente. Fora isso, as mecânicas são o básico do básico: Navegar pelo mapa coletando itens necessários para progredir na fase e passar para a próxima. Em certas fases, você vai coletar itens que melhoram o disparo da arma e itens que te dão movimentos extras, como a habilidade de agarrar em barras no teto e pular mais alto.
— Trilha Sonora: Esse jogo quase nem tem efeitos sonoros direito. Música é pedir demais.
— Fator Replay: Duke Nukem, por mais que seja um jogo de exploração em seu núcleo, ele ainda possui o clássico sistema de ranking por pontuações. Quanto mais inimigos você mata, destrói equipamentos e recolhe itens pelo mapa, mais pontos você ganha. Fora isso, não há um fator replay realmente interessante.
No Geral, Duke Nukem não é um jogo ruim. Ele é muito simplório em diversos aspectos, mas estaria mentindo se dissesse que eu não me diverti jogando isso. Houve momentos em que as fases ficaram muito difíceis e o level design absurdamente horrível, mas o jogo é muito bom pra passa o tempo. Até me deu uma certa nostalgia de uma época que pouco vivi. Aliás há uma pequena coisa inovadora que esse jogo trouxe: Expansões episódicas!
Nota: 5/10
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| Até a próxima análise! |
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