~Legends Hunter~
------------------------------- Capítulo 8: Deserto do Sofrimento --------------------------
Cidade de Arenito
14:49
Logo quando vimos aquela explosão, corremos de volta pra mansão e conseguimos ver mais de perto aqueles sete andares de puro fogo. A Mansão já estava sendo engolida pelas chamas.
Leon: A Luany ainda deve estar lá. Preciso acha-lá!
Camila: Não temos como entrar, a entrada está bloqueada pelo fogo!
Leon: Temos sim. Me sigam!
Peguei a Sky Blade e ativei seu elemento água. Rapidamente, atirei um jato de água na entrada, apagando o fogo. Nós entramos e vimos o salão caindo aos pedaços.
Leon: Eu vou procurar a Luany, quero que vocês atravessem a mansão e me esperem na floresta. Encontro vocês lá.
Todos: Certo!
Alanis, Camila, Anna, Fresh, Shikaji, André e Snake fugiram pelos fundos da mansão. Enquanto isso, fiz meu caminho pro primeiro andar. Ia atravessar a ponte, mas quando fui pisar, ela terminou de se destruir, sendo obrigado a dar a volta pela cozinha pra chegar na sala de observação e ir pro segundo andar.
Passando pela sala de armas, cheguei ao terceiro andar, onde ficava o quarto da Luany e a sala de música.
Olhei a sala de música primeiro, mas só encontrei uma orquestra de chamas.
Logo depois, olhei o quarto da Luany, mas ao abrir a porta, todo o chão desmoronou. Ela não deve estar aqui e esse calor estava ficando insuportável! Eu sei que o frio estava mais forte, mas apenas uma fogueira já bastava pra me aquecer.
Leon: Mas que droga! Ela não está aqui. Provavelmente deve estar no terraço.
Kathy: Você já deve estar cansado desse calor. Eu posso te ajudar, se quiser. Posso utilizar uma magia pra congelar seu corpo.
Leon: Isso não seria pior?
Kathy: Isso apenas faria você aguentar as chamas sem prejuticar sua movimentação.
Leon: Então use!
Com apenas um toque, Kathy congelou todo meu corpo. Porém, minhas articualções e corrente sanguínea não foram prejudicadas e aquele calor insuportável foi embora.
Leon: Muito obrigado! Vamos, não podemos perder tempo.
Continuei seguindo caminho até o mais alto que eu podia. Cheguei no quinto andar, mas os caminhos até o topo haviam sindo bloqueados por destroços, exceto o caminho da torre de artes. Sendo assim, fiz meu caminho até ele.
Ao chegar, vi que a torre era o único lugar que não havia sido afetado pelas chamas, mas se toda a mansão desabar, a torre ia junto, então não perdi tempo e subi as escadas em espiral até o mais alto da torre.
Essa torre não é grande coisa, basicamente é só uma longa escadaria em espiral com quadros na parede e estátuas penduradas no teto. Pelo menos algo que a Luany quis economizar.
De repente, a torre começou a tremer e a ficar um pouco torta, porém, eu já estava praticamente no terraço. Antes que a torre caísse, pulei pela janela e cai onde eu queria. Luany estava no terraço, caída no chão. Corri em direção à ela e levantei seu rosto... Ela estava morta.
Leon: Merda! Cheguei tarde demais...
De repente, seus olhos explodiram e começou a sair lava. Quando menos esperava, ela pulou na minha direção, mas pude desviar a tempo.
Leon: DROGA!!!
Kathy: Ela virou um deles...
Leon: Unhuman... Me desculpa, Luany, mas essa não é você!
Puxe minha espada e me preparei pra batalha.
Luany vomitou um ácido flamejante, mas desviei. Porém, o chão começou a se corroer.
Corre até a Luany e acertei um ataque horizontal em seu pescoço, mas seu sangue também havia virado lava, não iria demorar muito até seu corpo explodir.
Leon: Eu vou acabar logo com seu sofrimento.
Com um forte ataque direto na cabeça, a cortei no meio e a empurrei no chão, mas, poucos segundos depois, seu corpo começou a encher de bolhas e entrou em combustão. De repente, ela se levantou e pulou na minha direção, mas acertei seu rosto com o escudo, impedindo de se aproximar. Porém, com um ataque surpresa, ela explodiu, derrubando todos nós sete andares abaixo.
Caí de frente com a saída dos fundos, o que era ótimo. Mas, quando me levantei do chão, Luany também se levantou e tentou me atacar, mas, destroços caíram encima dela, me dando tempo suficiente pra poder fugir.
Saí pelos fundos e corri pela trilha levando pra floresta da escuridão.
A floresta é a única coisa que permaneceu inalterada diante de tanto caos.
Ao longe, pude ouvir a explosão da mansão, só espero que o fogo não pegue na floresta...
Continuei seguindo caminho mais a fundo da floresta, até encontrar um templo semi-destruído perto de uma pequena vila de Cogotokos. Ainda bem que essas coisas estão extintas.
Kathy: Estou com um péssimo pressentimento sobre esse lugar...
Leon: Espero que não sejam Unhumans, já estou cansado deles.
Aquela vila não tinha nenhuma saída, o que era estranho. Ainda mais pelo fato de todo mundo não ter me esperado aqui fora... Bem, eles devem ter ido na frente.
De qualquer forma, segui o caminho pelo templo. A entrada era um longo corredor levando até uma salinha oval e uma porta no centro. Conforme eu ia mais fundo no templo, podia ouvir uns cantos que eu não conseguia entender o que era, uma língua esquisita.
Quando vi, havia chegado à uma arena enorme, com uma multidão de Cogotokos nas arquibancadas. Porém, eram diferentes. Seu cogumelo era avermelhado o corpo era cheio de bolhas. Mas, acima de tudo, como eles conseguiram voltar!? Essa raça estava extinta!!!
Leon: Minha Deusa... Olha só quantos deles tem aqui...
???: KOAHBS!!!
Antes que eu pudesse me virar, fui atingido por um soco de um Cogotoko e mandado direto pro centro da arena. Como eu sabia que era um Cogotoko? Eu nunca esqueço como é a força deles.
Kathy: MESTRE!
???: Então esse é o tal do resgate que esses humanos estavam falando?
Me levantei rapidamente e vi um cogotoko diferente dos outros. O Cogumelo em sua cabeça era maior, verde e mais grosso, ele era o único que tinha olhos e boca e seu corpo era maior do que os outros e cristalizado. Chuto que ele devia ter uns sete metros de altura, sendo que um Cogotoko adulto tem três.
???: Cibgicpy, Akroniano. Eu sou o Rei Cogotoko, a raça suprema,
Leon: Eu sou Le...
Rei Cogotoko: Quem você é não me interessa, eu quero saber o que vocês estão fazendo invadindo nossa terra e nosso templo sagrado em homenagem ao nosso criador, o Grande Cogotoko?
Leon: Não pretendemos ficar aqui, só queremos ir pro deserto.
Rei Cogotoko: Vocês querem ou precisam? Pois só irei permitir se você me derrotar aqui, na arena!
Essa era a ultima coisa que precisava.
Leon: Aceito, mas quero que liberte meus amigos!
Rei Cogotoko: Não se preocupe, eles vão assistir bem de perto.
De repente, as beiradas da arena se abrem, revelando um poço de lava e espinhos. Logo depois, o teto se abre, revelando sete gaiolas, seis sendo meus amigos e uma especial pro Marth.
Leon: Puta merda...
Rei Cogotoko: Prepare-se!
De repente, um enorme machado é jogado nas mãos do rei.
Rei Cogotoko: Sua morte é iminente!
Antes que pudesse puxar minha espada, fui derrubado por um tremor causado pelos passos do rei.
O rei tenta me chutar, mas consigo rolar pra longe, me levantar e puxar minha espada.
Eu o ataquei com vários golpes, mas sua pele cristalizada era tão grossa que não teve nenhum efeito.
Leon: Mas que merda!
Rei Cogotoko: HÁ. TOLO!
Com um simples pulo no chão, a força do rei foi o suficiente pra me jogar pro alto e me segurar pelo pé. Logo depois, ele começou a me bate contra o chão várias vezes e depois me jogou com toda sua força. Palavras não são o suficiente pra representar a dor... Simplesmente não conseguia mais me levantar.
Fresh: LEON!!!
Alanis: Ele está morto. Ele está muito morto.
Fresh: Se continuar falando coisas ruins pra ele, eu juro que eu vou rasgar seu rosto!
É por isso que amo esse cara.
Kathy: Mestre, deixe-me te ajudar.
Kathy começou a me curar com sua magia, enquanto isso, o rei se aproximava de mim.
Fresh: Vamos, Leon, levante-se! VOCÊ É MELHOR DO QUE ISSO, CARALHO!
Obrigado pelo voto de confiança.
Leon: E-E-Eu... Pre-ci-so... Me Le-van...tar.
Com um pouco de esforço, consegui me levantar. Mas, antes que eu pudesse ao menos dar um passo, o Rei me deu um soco que me jogou pra fora da arena, mas consegui me segurar na borda, mas não sei por quanto tempo iria aguentar.
Kathy: MESTRE! SEU MALDITO!
Com um ataque de fúria, Kathy congelou o rei e voou até mim, voltando a me curar.
Após um minuto, O rei conseguiu sair do gelo, mas foi o necessário pra recuperar minha força e voltar pra arena.
Leon: Muito obrigado, Kathy.
Kathy: É o meu dever, mestre!
Rei Cogotoko: Sua guardiã é realmente leal, mas vamos ver o que ela vai fazer quando você não estiver mais aqui.
O Rei pulou na minha direção e preparou um ataque com seu machado, mas antes que pudesse tocar no chão, pulei pra suas costas, evitando o ataque e de ser arremessado pro alto de novo.
Fresh: Leon, pega!
Leon: Huh?
Fresh soltou seu martelo no centro da arena.
Leon: Obrigado, Fresh!
O Rei: Mas que? Isso não é justo!
Corri em direção ao martelo e o rei veio junto, mas consegui pegar primeiro e desferir um golpe direto em seu peito, quebrando todo o cristal em sua volta e revelando sua pele.
Rei Cogotoko: Mas que!?
Leon: Agora você já não é mais tão durão assim.
Rei Cogotoko: Você vai sofrer por isso!
O Rei tenta abalar o chão, mas pulei e joguei minha espada direto em seu olho, o atordoando.
Peguei o Martelo e ataquei diretamente na espada fincada, atravessando sua cabeça e cortando seus olhos. Esse maldito não pode ter sobrevivido a isso.
Rei Cogotoko: AAHHH! Você me cegou, miserável!
E ele não morreu. Mas que desgraçado...
Leon: Como é possível!?
Rei Cogotoko: Você vai sentir minha dor!
O Rei retira longas correntes de seu cinto e amarra na sua mão e no machado. Não sei o que ele está planejando, mas recuperei minha espada e fiquei bem longe dele.
O rei começou a girar o machado com sua corrente, cobrindo quase toda a arena, me deixando bem na beirada da arena. Um passo errado e eu ia cair.
De repente, ele parou de girar e atacou verticalmente na minha direção, mas consegui desviar, porém, pro lugar errado.
Escorreguei da arena e fiquei pendurado. De repente, a arena começou a tremer continuamente e minhas mãos começaram a escorregar. Dei uma olhada rápida pra ver o que estava acontecendo e vi o Rei correndo na minha direção. Se eu não saísse do caminho, com certeza eu iria cair.
Subi rapidamente na arena e ele veio correndo frenéticamente na minha direção. Rapidamente, corri encima do machado e, antes que ele pudesse me tocar, pulei por cima e ataquei suas costas com o Martelo, empurrando o Rei pra fora da arena, mas ele conseguiu se segurar pelas correntes e o machado preso no chão. Não vai ser problema, agora ele está sob meu controle.
Rei Cogotoko: Kuoncckjyf!!! Como pode um humano ter tanta habilidade?
Leon: Não sou um simples humano, sou o escolhido.
Com uma mão, puxei o machado do chão e com a outra, quebrei a corrente, mas o segurei rapidamente.
Leon: Você pode ser forte, mas suas habilidades são uma porcaria.
Com um golpe do próprio machado, cortei sua mão, o deixando cair no poço de lava e espinhos. Não apenas fiquei com sua corrente, como também ganhei o seu machado!
As beiradas se fecharam e as gaiolas caíram do teto, se abrindo. Todos os Cogotokos começaram a sair da arena.
Fresh veio correndo até mim e me deu um abraço apertado.
Fresh: Sabia que você iria conseguir!
Leon: Graças ao seu martelo. Pegue de volta.
Entreguei o Martelo do Fresh de volta e ele guadou em suas costas.
André: Você lutou muito bem, garoto.
Leon: Obrigado.
De repente, Marth correu na minha direção e me jogou em suas costas.
Leon: Hehe, bom garoto! Bom saber que você ainda está vivo. Vamos, subam!
Todos subiram no Marth e seguimos nosso caminho pra fora do templo.
Anna: Você foi realmente impressionante. Como você conseguiu tantas habilidades?
Leon: Trabalho no campo. O Resto aprendi com o tempo.
Anna: Ué... Esperava algo mais empolgante, mas tá bom.
Após três minutos, conseguimos atravessar o templo e chegar na fronteira com a floresta com o deserto de Akryu. Porém, metade do deserto estava coberto com neve e a outra metade havia congelado completamente! Ou seja, não existia mais deserto!
Camila: Pelo visto, nada escapou da maldição, nem Akryu.
Leon: Espero não ter problema no caminho.
Alanis: Qualquer coisa, atravessamos as ruínas de Akryu.
Ruinas de um lugar que já era uma ruína.
Leon: Espero que não seja necessário.
Seguimos o caminho de neve, pois era muito arriscado tentar passar pelo gelo.
Tentamos pegar caminho pelo noroeste, mas havia um lago de gelo se formando.
Leon: Droga! O caminho está bloqueado.
Alanis: Então vamos voltar, passaremos por Akryu.
Leon: Infelizmente... Droga!
Voltamos todo o caminho e seguimos até as ruínas de Akyru.
Quando chegamos, as ruínas não pareciam ser tão 'ruínas' assim.
Um novo castelo havia surgido onde o antigo estava. Um enorme castelo negro protegido por uma muralha e várias Ikamis.
Leon: Como isso foi feito? Não faz sentido existir um castelo aqui, sendo que viemos aqui ano passado.
Camila: É por isso que odeio esse lugar!
Alanis: Vai ser fácil invadir isso.
Leon: Espero que seja mesmo.
Seguimos em direção ao castelo, mas no momento que as Ikamis nos viram, todas começaram a atirar com metralhadoras em nós. Mas nos escondemos rapidamente atrás de uma casa em uma vila abandonada.
Fresh: Metralhadoras!? Como elas conseguiram esse tipo de coisa?
Alanis: O Que são essas coisas? Bestas automáticas?
Fresh: Vocês não entenderiam, é uma Técnologia que existiria se a Anna não tivesse atrapalhado tudo.
Leon: Não vamos começar uma briga agora. Alanis, faça o escudo mais poderoso que puder.
Alanis: Certo!
Alanis criou um escudo de energia sobre todos nós.
De repente, um enorme raio atravessou e pulverizou toda a parte de cima da casa, nos deixando expostos. Quando olhei pro todo da torre, ví um enorme canhão mirando em nós.
Alanis: Minha Deusa...
Leon: Espero que seu escudo aguente, pois estamos muito fodidos!
Antes que fôssemos atingidos, fugimos no exato momento que atiraram com o canhão, apagando totalmente a existência daquela casa.
Corremos em direção a entrada do castelo enquanto a barreira nos protegia.
Camila pegou seu arco e atirou flechas contra as Ikamis no topo do muro.
Fresh pegou sua pistola e começou a atirar junto.
Quando nos aproximamos da entrada, Marth explodiu os portões com uma bola de fogo.
De repente, dez Ikamis surgiram no caminho, mas foram esmagados por uma placa de pedra criada pelo Dead Snake.
Passando por uma ponte de pedra, entramos no imenso castelo... Que não era tão imenso assim.
De uma forma estranha, o castelo parecia gigantesco, mas seu interior era apenas um corredor reto levando pro alto. Suas paredes eram pretas, mas havia um líquido azul correndo por ela.
Alanis: O que é esse lugar? O que é esse líquido?
Shikaji: Que líquido estranho... Preciso procurar algo sobre isso.
Leon: Esse lugar... Ele me parece com o Castelo do Riash.
Anna e Fresh: Por favor, não nos lembre daquele lugar!
Camila: Não quero ser estraga prazeres, mas tem um exército atrás de nós.
Leon: Ah é, verdade.
Continuamos seguindo em frente naquele estranho castelo, passando por aquele longo e reto corredor e atropelando qualquer coisa que estivesse em nosso caminho.
De repente, aquelas paredes escuras deram lugar para uma área cavernosa, uma mudança completa de lugar, mas não paramos até conseguir despistar todos os Ikamis.
Camila: Já devemos estar na fronteira. Nunca pensei que eu teria que atravessar alguma fronteira ilegalmente...
Leon: Não se preocupe, a lei é o menor dos problemas no momento.
De repente, parte do chão e parede da caverna desmoronou, me jogando pra frente enquanto todos caíram, mas de uma altura um tanto razoável.
Leon: Vocês estão bem?
Todos: Sim.
Shikaji: Acho que sim... Ai.
Leon: Ótimo, continuem indo, eu vou ver até onde isso daqui vai dar.
Anna: Certo! Vamos!
Todos montaram no Marth e continuaram o caminho. Nem ferrando que eu iria pular daqui! Continuei pela caverna até ver se encontrava uma saída alternativa ou algo suspeito.
Enquanto caminhava pela caverna, encontrei uma entrada estreita. Ao entrar, vi uma caverna estranha, com pedras verde e gosmentas.
Leon: Por que as coisas só pioram? Caramba, onde foi que eu me enfiei dessa vez?
Kathy: Hm... Sinto uma força antiga por aqui, mas não em um lugar especifico, mas sim como se estivesse por todos os lados. Fique atento.
Leon: Obrigado, Kathy.
Caminhei pela caverna estranha, passando por túneis até achar um lugar amplo, cheio de pedras diferentes, mas apenas uma era especial. Uma pedra vermelha, acima de todas as outras e pendurada por pedras retas.
Subi até ela apenas para toca-la, descobrindo que aquilo não era uma pedra, era algo organico, parecido com carne.
Leon: Mas que droga é essa?... WOOW!
De repente, toda a caverna começou a tremer.
Leon: Droga! Eu devo ter ativado alguma coisa.
Logo depois, pude sentir que aquela caverna estava se movimentando, até que ela começou a se virar na vertical, me fazendo cair de volta pra entrada.
De repente, a entrada começou a se abrir, como se a caverna estivesse tentando me expulsar, mas, ao cair, pude me segurar na borda. Quando vi, eu já não estava no chão, mas sim no ar!
Leon: MAS QUE...
De repente, pude ouvir um grosso e barulhento grito vindo do outro lado da caverna. Acho que isso não é bem uma caverna...
Leon: I-Isso... É um Dragão!!!
Kathy: Se isso é um dragão, então onde nós entramos...
Leon: Por favor, Kathy. Não é uma boa hora.
Como pode existir uma criatura desse tamanho!?
Sem perder tempo, escalei até o topo dele, chegando em suas costas.
De repente, o dragão começou a baixar voô, logo depois, pude ver uma explosão azul subindo quase na nossa altura. Acho que ele acertou o castelo...
Leon: Precisamos parar essa coisa, ele pode facilmente dizimar todo um reino com esse seu tamanho.
Kathy: Quanto maior a altura, maior a queda.
Leon: Então vamos garantir que a queda não fique maior do que já está.
Caminhei cuidadosamente nas costas do Dragão colossal até encontrar um buraco ao lado da asa direita. Entrei e encontrei um caminho reto, onde no fim, havia um Pinmold cuidando de ovos.
Leon: Te achei, maldito.
Peguei a Sky Blade e atirei um raio de fogo no Pinmold, o matando junto com seus ovos, mas isso não foi o suficiente para parar o dragão, apenas para faze-lo perder o controle de sua asa direita.
De repente, tudo estremeceu e o Dragão virou de cabeça pra baixo. Suponho que o Marth tenha visto o dragão e atirou uma bola de fogo. A intenção dele foi ótima, mas isso tá me fodendo!!!
Leon: Mas que porcaria! Esse lugar está me dando tontura!
Kathy: Mestre, não queira ter um desmaio num momento como esse. Minhas habilidades de cura não podem curar quedas.
Voltei o caminho todo, mas tive que sair por baixo e me segurar onde podia, pois estava de cabeça pra baixo e qualquer deslize era morte certa!
Indo mais um pouco pra frente, encontrei outro buraco e entrei o mais rápido que pude nele. Era outro caminho, mas um pouco curvo. Havia um Pinmold devorando todo o dragão, abrindo caminho pelo seu interior. Então é isso que eles fazem com os humanos também...
Leon: O Céu não foi feito para demônio, caia, criatura!
Peguei minha espada e cortei o Pinmold no meio, fazendo o Dragão perder todo o controle de suas asas, mas ainda não o matando.
Havia um outro caminho na frente. Ao segui-lo, cheguei ao cérebro e nos olhos, onde pude ver o dragão lutando para continuar voando.
Seu cérebro havia virado nada além de comida para um Pinmold gigante.
Leon: Acho que vou precisar de algo maior pra cuidar disso.
Peguei o Machado e cortei o Pinmold com um único ataque, dessa vez, matando o Dragão de vez!
Pelos seus olhos, pude ver onde eu iria cair. Em uma montanha ao lado de um lugar totalmente branco.
Leon: Melhor se preparar para o Impacto.
Kathy: Certo!
Kathy começou a voar.
Leon: ... Boa.
Após alguns segundos, o Dragão acertou em cheio a montanha e sua cabeça caiu nos pés da montanha. Cortei seu olho e consegui sair e voltar pra terra firme, FINALMENTE!
Após seis minutos, todos chegaram no local da queda.
Alanis: Como você chegou aqui tão rápido?
Fresh: Por que está fedendo tanto!?
Leon: ...
Alanis: Espera...
Anna: Você estava dentro dessa coisa!?
Leon: Sim.
Fresh: De novo? Você está começando a gostar de entrar em monstros, né?
Leon: Do que você está falando?
Fresh: Ah sim, você estava possuído naquele dia.
Leon: É o que!?
Snake: Podemos parar de perder tempo e seguirmos em frente logo?
Leon: Certo, vamos logo, já perdemos muito tempo... Apesar que...
De longe, pude ver uma parte estranha do deserto, um lugar branco e com algo em formato de bola no centro, mas não acho que seja algo importante, deve ser algo morto.
Leon: Deixa pra lá, vamos!
Subi no Marth e continuamos em direção ao Reino Yumi.
Após vinte minutos, chegamos nos muros do reino, onde dois guerreiros nos pararam.
G.Yumino: Quem vem lá?
Camila: Camila Texra, Princesa de Akronis.
Anna: Anna Texra, Rainha de Akronis. Não viemos para brigar.
G. Yumino: Hm... Certo, podem entrar.
Os Guerreiros abriram o portão pra nós e entramos no Reino Yumi, um lugar enorme, cheio de casa grandes, ruas asfaltadas, postes de luz, praças, uma enorme torre de Relógio e algumas regiões rurais. Mas, toda a arquitetura do lugar era um tanto macabra. Tudo era tão... Escuro. As casas eram pretas, havia estátuas de gárgulas nos prédios mais altos e havia cabeças e corpos de monstros pendurados nas beiradas da Torre do Relógio.
Leon: Espero que esse lugar seja acolhedor, pois estamos bem longe de casa agora.
Próximo Capítulo
O Paraíso Sombrio
Apenas ano que vem, pois esse capítulo já foi um trabalho de escrever, considerando que to extremamente desanimado e perto de desistir de tudo. Desculpem pela demora, pelo menos queria terminar o ano com 8 capítulos, mas ainda está bem longe do fim!
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