Samantha, após anos de abusos físicos e psicológicos de seus pais, dois porcos podres, decidiu que hoje seria o último dia de sua vida.
Isso começou após uma discussão causada por um dos incontáveis mal entendidos de seus pais, uma simples louça que não foi lavada de acordo com os padrões estúpidos de sua mãe. Samantha nunca foi tratada como uma garota capaz de cuidar de sí mesma. Mesmo aos 27 anos, ainda a tratam como uma garota burra, inconsequente e uma falha, quando a mesma apenas vive em constante tristeza, desânimo e cansaço por existir entre pessoas horríveis, um poço de potencial tremendo que a secaram lentamente ao longo dos anos.
Trancada em seu quarto, Samantha não parava de pensar em todas as formas que ela poderia partir. Poderia ser de forma quieta e solitária, como uma luz fosca, sem nenhum brilho, finalmente apagando após anos de uso, ou como um brilho de uma estrela prestes a morrer, brilhando forte uma última vez antes de se apagar para sempre.
Sem qualquer aviso, sua mãe entra em seu quarto de forma bruta, gritando com ela pois a grama do quintal estava alta e se fazendo de vítima, pois Samantha, por ser jovem, obrigatoriamente deve fazer todas as tarefas mundanas e sem sentido dentro de casa. Samantha sequer mantem seu quarto arrumado. As roupas estavam empilhadas, o chão estava manchado e cheio de migalhas e sujeiras. Samantha estava muito bem ciente de toda essa sujeira e isso a irritava, mas ela já não tinha mais energia para se importar com isso o bastante nem razões para se importar. Ela não conseguia entender como sua mãe não havia entendido isso ainda e achava que ela se importava com o quintal.
Finalmente exausta de ouvir sua mãe reclamando constantemente, Samantha se levantou da cama em um ataque de fúria e pulou no pescoço de sua mãe, agarrando ela com ódio e fincando suas unhas em seu pescoço. O coração de Samantha começou a bater rápido, sabendo que a partir desse ponto não haveria mais volta, mas o ódio consumiu seu raciocínio e Samantha não queria saber de mais nada além de tirar aquela vadia de sua frente para sempre. Finalmente, após minutos sufocando e machucando sua própria mãe, a vadia havia morrido com um olhar de desespero. Samantha se levantou fria, com sua consciência pesada sabendo que havia matado sua própria mãe. Sua mente ficou a mil, pensando em tudo que aconteceria de agora em diante. Ir para a prisão não é parte de seu plano e muito menos iria adorar a ideia de passar o resto de sua vida atrás das grades.
Enquanto isso, seu pai, curioso para saber o que estava acontecendo, veio até Samantha e se deparou com o corpo de sua mulher largado no chão frio. Ele ficou furioso com Samantha e começou a andar em sua direção com ódio em seu olhar, enquanto Samantha tentava se afastar em seu pequeno quarto. Seu pai a colocou contra a parede e começou a espanca-la, perguntando o que havia ela havia feito, mas sem interesse algum em ouvir respostas. Desesperada, Samantha pegou a pistola do cinto de seu pai e disparou contra seu peito. Ao ficar sem reação, ela o empurrou para o chão e disparou mais sete vezes em seu rosto até que, o que antes era seu pai, agora era apenas um ser cheio de buracos de bala e uma poça de sangue.
Samantha, sabendo que não havia mais volta, começou a surtar. A arma estava em sua mão e seus pais estavam mortos, mortos pelas mãos de sua própria filha. Naquele momento, Samantha poderia tirar sua própria vida ali mesmo. Mas, em um surto muito maior, ela saiu de casa gritando e armada, descontando o resto de sua raiva nas pessoas ao seu redor, pessoas podres assim como seus pais. Ela estava aterrorizando aquele bairro andando com uma arma na mão e apontando para quem entrasse na sua frente. Não demorou para que seu dedo escorregasse no gatilho e disparasse contra uma senhora e uma criança que ela cuidava. Por mais que ela ainda estivesse ciente do que havia feito, ela já não se importava mais. Ou alguém matava ela ou ela iria continuar a ser um problema para aquele bairro.
De repente, um tiro foi ouvido por trás de Samantha, o que a paralisou imediatamente. O tiro havia acertado sua cabeça em um ponto não-letal, mas paralisante.Samantha caiu no chão sangrando e incapaz de se mover. Era um porco fardado que havia colocado um fim ao seu terror, mas Samantha estava angustiada por ainda estar viva, sem saber se aquele seria seu último momento ou continuaria a viver como um vegetal. O que ela não esperava era que o mesmo porco iria arrasta-la para dentro de sua casa e trancaria a porta.
Assim que a porta fechou, Samantha foi recebida com um chute no rosto, quebrando seu nariz na hora e estourando seu olho. Logo em seguida, começou a ser pisoteada. Samantha não conseguia pensar em mais nada, apenas podia sentir toda a força e raiva daquele homem em sua cabeça. Após isso, o homem saiu da sala e voltou com um machado cego, cortando os braços e pernas de Samantha com diversas machadadas. Mesmo sem reação, Samantha queria gritar com a dor insuportável. Mas, no fundo, ela estava adorando isso.
Acostumada com a dor e o sofrimento, ela estava se sentindo em casa. Ela sentia que merecia isso, ela merecia sofrer mais. Em sua cabeça, pessoas como ela não merecia compaixão e paz, apenas sofrimento. Era o único sentimento que ela sentiu a vida toda e era sentimento na qual ela iria sentir em seus últimos momentos.
De repente, o homem a agarrou pela cintura, tirou sua roupa e começou a foder o corpo sem membros de Samantha, como se ela fosse apenas um brinquedo sexual vivo. Samantha ainda era virgem, ela podia sentir o pau do homem a abrindo violentamente e machucando seu útero com batidas fortes. O homem podia ver o que sobrou dos braços de Samantha se movendo em uma tentativa inútil de se defender, possivelmente espasmos de seu corpo, mas sua cabeça apenas estava pendurada, sem nenhum movimento, olhando para o teto com a mente vazia.
Enquanto era violentada, Samantha conseguia sentir sua vida se indo embora. Conseguiu ver toda sua vida miserável diante de seus olhos, uma vida inteira de tormento e dor, enquanto seu sangue escorria e seu coração parava de bater. Por fim, Samantha conseguiu o que queria, ela estava morta, seus últimos momentos de sentimentos sendo os mesmos de quando ela estava viva. Apenas dor e sofrimento.
O corpo de Samantha foi encontrado em um saco de lixo dois dias depois, coberto de fezes e vermes que já estavam a devorando lentamente.
Trancada em seu quarto, Samantha não parava de pensar em todas as formas que ela poderia partir. Poderia ser de forma quieta e solitária, como uma luz fosca, sem nenhum brilho, finalmente apagando após anos de uso, ou como um brilho de uma estrela prestes a morrer, brilhando forte uma última vez antes de se apagar para sempre.
Sem qualquer aviso, sua mãe entra em seu quarto de forma bruta, gritando com ela pois a grama do quintal estava alta e se fazendo de vítima, pois Samantha, por ser jovem, obrigatoriamente deve fazer todas as tarefas mundanas e sem sentido dentro de casa. Samantha sequer mantem seu quarto arrumado. As roupas estavam empilhadas, o chão estava manchado e cheio de migalhas e sujeiras. Samantha estava muito bem ciente de toda essa sujeira e isso a irritava, mas ela já não tinha mais energia para se importar com isso o bastante nem razões para se importar. Ela não conseguia entender como sua mãe não havia entendido isso ainda e achava que ela se importava com o quintal.
Finalmente exausta de ouvir sua mãe reclamando constantemente, Samantha se levantou da cama em um ataque de fúria e pulou no pescoço de sua mãe, agarrando ela com ódio e fincando suas unhas em seu pescoço. O coração de Samantha começou a bater rápido, sabendo que a partir desse ponto não haveria mais volta, mas o ódio consumiu seu raciocínio e Samantha não queria saber de mais nada além de tirar aquela vadia de sua frente para sempre. Finalmente, após minutos sufocando e machucando sua própria mãe, a vadia havia morrido com um olhar de desespero. Samantha se levantou fria, com sua consciência pesada sabendo que havia matado sua própria mãe. Sua mente ficou a mil, pensando em tudo que aconteceria de agora em diante. Ir para a prisão não é parte de seu plano e muito menos iria adorar a ideia de passar o resto de sua vida atrás das grades.
Enquanto isso, seu pai, curioso para saber o que estava acontecendo, veio até Samantha e se deparou com o corpo de sua mulher largado no chão frio. Ele ficou furioso com Samantha e começou a andar em sua direção com ódio em seu olhar, enquanto Samantha tentava se afastar em seu pequeno quarto. Seu pai a colocou contra a parede e começou a espanca-la, perguntando o que havia ela havia feito, mas sem interesse algum em ouvir respostas. Desesperada, Samantha pegou a pistola do cinto de seu pai e disparou contra seu peito. Ao ficar sem reação, ela o empurrou para o chão e disparou mais sete vezes em seu rosto até que, o que antes era seu pai, agora era apenas um ser cheio de buracos de bala e uma poça de sangue.
Samantha, sabendo que não havia mais volta, começou a surtar. A arma estava em sua mão e seus pais estavam mortos, mortos pelas mãos de sua própria filha. Naquele momento, Samantha poderia tirar sua própria vida ali mesmo. Mas, em um surto muito maior, ela saiu de casa gritando e armada, descontando o resto de sua raiva nas pessoas ao seu redor, pessoas podres assim como seus pais. Ela estava aterrorizando aquele bairro andando com uma arma na mão e apontando para quem entrasse na sua frente. Não demorou para que seu dedo escorregasse no gatilho e disparasse contra uma senhora e uma criança que ela cuidava. Por mais que ela ainda estivesse ciente do que havia feito, ela já não se importava mais. Ou alguém matava ela ou ela iria continuar a ser um problema para aquele bairro.
De repente, um tiro foi ouvido por trás de Samantha, o que a paralisou imediatamente. O tiro havia acertado sua cabeça em um ponto não-letal, mas paralisante.Samantha caiu no chão sangrando e incapaz de se mover. Era um porco fardado que havia colocado um fim ao seu terror, mas Samantha estava angustiada por ainda estar viva, sem saber se aquele seria seu último momento ou continuaria a viver como um vegetal. O que ela não esperava era que o mesmo porco iria arrasta-la para dentro de sua casa e trancaria a porta.
Assim que a porta fechou, Samantha foi recebida com um chute no rosto, quebrando seu nariz na hora e estourando seu olho. Logo em seguida, começou a ser pisoteada. Samantha não conseguia pensar em mais nada, apenas podia sentir toda a força e raiva daquele homem em sua cabeça. Após isso, o homem saiu da sala e voltou com um machado cego, cortando os braços e pernas de Samantha com diversas machadadas. Mesmo sem reação, Samantha queria gritar com a dor insuportável. Mas, no fundo, ela estava adorando isso.
Acostumada com a dor e o sofrimento, ela estava se sentindo em casa. Ela sentia que merecia isso, ela merecia sofrer mais. Em sua cabeça, pessoas como ela não merecia compaixão e paz, apenas sofrimento. Era o único sentimento que ela sentiu a vida toda e era sentimento na qual ela iria sentir em seus últimos momentos.
De repente, o homem a agarrou pela cintura, tirou sua roupa e começou a foder o corpo sem membros de Samantha, como se ela fosse apenas um brinquedo sexual vivo. Samantha ainda era virgem, ela podia sentir o pau do homem a abrindo violentamente e machucando seu útero com batidas fortes. O homem podia ver o que sobrou dos braços de Samantha se movendo em uma tentativa inútil de se defender, possivelmente espasmos de seu corpo, mas sua cabeça apenas estava pendurada, sem nenhum movimento, olhando para o teto com a mente vazia.
Enquanto era violentada, Samantha conseguia sentir sua vida se indo embora. Conseguiu ver toda sua vida miserável diante de seus olhos, uma vida inteira de tormento e dor, enquanto seu sangue escorria e seu coração parava de bater. Por fim, Samantha conseguiu o que queria, ela estava morta, seus últimos momentos de sentimentos sendo os mesmos de quando ela estava viva. Apenas dor e sofrimento.
O corpo de Samantha foi encontrado em um saco de lixo dois dias depois, coberto de fezes e vermes que já estavam a devorando lentamente.
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