quinta-feira, 7 de abril de 2016

Origens: Carl Cooper - Episódio 1 e 2

~Legends Hunter~


Metal Ops Cores
Pré-Temporada 4
Tempo da Negatividade

Sheffield, Inglaterra
2 de Setembro de 2030
12:56

Carl Cooper é um garoto bondoso e dedicado de dezessete anos que sempre se cuidou e sempre se dedicou ao seus amigos mais do que a si mesmo. Ele viveu maior parte da sua vida em um bairro de classe média em Sheffield.
Certo dia, ele e seus amigos, Francielle Olrox, Richard Tim e Jeff Rey decidem ir ao shopping depois da escola pra almoçarem e verem um filme. Eles param primeiro na praça de alimentação e decidem comer na lanchonete.

Francielle: Alguém mais está ansioso pras férias? Eu estou muito ansiosa! Mal posso esperar pra fazer tudo que eu estava querendo fazer.
Francielle: Ela mora no Japão, né?Richard: Sim. Essas férias serão perfeitas pra mim poder passar com ela. Só preciso comprar as passagens pra lá.
Jeff: Eu só sei que vou 'viajar' muito.
Richard: Na maconha né? Só isso que você sabe fazer.
Carl: Vão conversando. Vou buscar a comida. O Que vão querer?
Francielle: Quero dois número Dois.
Richard: Quero um Número Cinco.
Jeff: Quero dois Número Um.
Carl: Tá.

Carl vai até o balcão da recepção e fala com a recepcionista.

Recepcionista: Olá, senhor. O Que deseja?
Carl: Quero dois número Dois, Um número Cinco, Dois número Um e três número seis.
Recepcionista: Certo. Vou mandar pro cozinheiro seu pedido. Aguarde uns minutinhos.

A recepcionista manda o pedido pro cozinheiro. De repente. Uma voz começa a falar com Carl.

- E você? O Que vai fazer nas férias? -
Carl: Não sei, Paul. Eles tem tanta coisa interessante pra fazer e eu só vou ficar em casa. Acho que vou pedir a Francielle em namoro.
Paul: Você continua tentando? Seu relacionamento com a algodão doce não serviu de nada?
Carl: A Jessica foi diferente. Não ia dar certo de qualquer forma. Raramente nos vemos. Aliás, ela me chamou pra sair semana que vem.
Paul: Corno manso... Devia fazer algo a respeito. Dar o troco.
Carl: Não sou desse tipo. Quero vê-los felizes. Não seria certo atrapalhar a felicidade deles.

A recepcionista volta com duas bandejas com as comidas e entrega pro Carl. 

Recepcionista: É 15.33£.


Carl dá o dinheiro e leva a comida pra mesa.

Francielle: Obrigado, Carl. Te devo uma.
Carl: Não tem de que.

Eles comem e conversam bastante. Depois de dez minutos, eles saem da praça de alimentação e vão ao cinema. Mas, Carl puxa Francielle pra longe do grupo e segura sua mão.

Francielle: O que foi, seu louco?!
Carl: Bia, já somos amigos a três anos. Eu sempre gostei de você e nunca deixei de amar. Eu gostaria de saber se você quer namorar comigo?

Francielle coloca sua mão direita em seu pescoço e olha com uma expressão de "Vish. Fodeu."

Francielle: Ah, cara... Não posso aceitar. Você é um grande amigo meu, mas não faz o meu tipo. Desculpa.


Carl solta a mão da Francielle e abaixa um pouco a cabeça.

Carl: Ah. Tudo bem.
Francielle: Não quero te magoar, mas não vou mentir pra você.
Carl: Não, relaxa. Tudo bem.

De repente. O Celular de Carl vibra e ele recebe uma mensagem.

-Já que você está perto do centro, venha me ver perto da estação.  - Jessica S2 -

Ele guarda o celular e caminha lentamente, se distanciando do grupo.

Carl: Eu vou na estação. Depois a gente se encontra.
Francielle: Carl...
Jeff: Vai lá, mano. Até amanhã.

Carl sai do Shopping e vai até a estação de trem. Chegando lá, ele encontra Jessica sentada em um banco.

Jessica:  Hey, Carl! Sente-se aqui.

Carl se senta do lado da Jessica e deixa sua mochila do lado.

Carl: Por quê me chamou?
Jessica: Pra gente conversar. Faz meses que não nos comunicamos.
Carl: Acho que sei porque...
Jessica: Ah. Ambos sabíamos que não ia durar.
Carl: Mas precisava ser na minha frente, na sua festa de aniversário e um dia antes do MEU aniversário?
Jessica: Ah...
Carl: Enfim. Cadê seu namorado?
Jessica: Ele foi no cinema com os amigos.
Carl: E deixou você andar com um qualquer?
Jessica: Sim. Ele conhece a mulher que tem.
Carl: Hm...

Carl olha seriamente pra Jessica.

Carl: Sabe, daqui a pouco dá duas da tarde. Melhor eu ir indo. Me chame no SurvivorsBook se precisar de algo.
Jessica: Tá... Tchau então.

Carl entra no primeiro Hyper Train que aparece na estação e volta pra casa. Chegando lá, ele coloca sua mochila no chão e desmaia na cama.

Duas semanas depois.

Carl volta feliz pra casa depois do ultimo dia de aula e corre pro seu quarto. Ele liga o computador e joga a mochila no chão. Seu cachorro corre até Carl e ele o pega no colo.

Carl: Finalmente férias, Pit! Chega de acordar cedo todos os dias. Vou poder ficar no computador jogando até tarde.

Carl solta o Pit e entra no SurvivorsBook.

Carl: Acho que vou conversar com a Andreya e a Giulia... Mas que droga...


Ao entrar no SurvivorsBook, ele vê logo no topo da pagina a mensagem.

- Francielle Olrox e Jeff Rey Começaram uma aliança amorosa. -


Carl coloca sua mão na frente do olho esquerdo e abaixa a cabeça.

Carl: Certo, não sou o tipo pra ela, mas um maconheiro vagabundo é...
Paul: Devia saber que não era boa ideia. Você conhece ela faz anos e sabe bem que ela não para quieto com um homem.
Carl: Esquece. Se ela ficar feliz, então tudo bem.
Paul: Humph....
Carl: Vou falar com as garotas.

Carl procura o nome da Andreya e Giulia no chat, mas não encontra. Ele pesquisa no site e vê que ambas estão com o botão "Adicionar Sobrevivente" no lugar de "Parceiros".

Carl: Por quê elas me excluíram?! O que eu fiz pra elas??? Isso tá fodendo meu dia.
Paul: Fraco.
Carl: Vou chamar a Giovanna. Pelo menos ela me apoia e sempre está disposta a me ouvir.

Carl chama Giovanna no chat e manda mensagens pra ela.

Carl: Oi.
Giovanna: Oi o caralho. Não fala comigo, seu filho da puta.
Carl: Mas hein?
Giovanna: Hein o que? Suma daqui e não fale com ela.
Carl: Quem é você?
Giovanna: Sou o namorado dela. Não fica enchendo ela. Vou te bloquear.
Carl: NÃO!
- Você não pode mais enviar mensagem para essa pessoa.-
Carl: AH NÃO! Ela começou a namorar e nem falou nada! Que ódio!

Carl desliga o computador com um soco e começa a bater a cabeça na parede.

Carl: Por quê nada dá certo comigo?! Toda vez eu tento ser a melhor pessoa para meus amigos e recebi essas coisas em troca! To cansado disso!
Paul: Essas pessoas deveriam ser aniquiladas.
Carl: Eu não quero atrapalhar...
Paul: Foda-se! Você já fez demais pra eles e não recebeu nenhum tipo de amor em troca. Já está cansado de sofrer? Então tá na hora de dar o troco e tirar esse seu peso da consciência. Se vingue de todos eles.
Carl: ... Tem razão. To cansado de ser sempre o bonzinho. Chega de ser o bonzinho do grupo. Todos vão pagar e vão sofrer. Farei eles sofrerem do mesmo jeito que sofro a cada dia em silêncio.
Paul: ISSO!
Carl: Paul, já sei muito bem o que farei nas férias.
Paul: O quê?
Carl: Vou atormentar a vida de cada um que me abandonou depois de tanto sacrifício. Ninguém será perdoado.
NINGUÉM!

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Metal Ops: CORES
Origens: Carl Cooper
Episódio 2
Altar do Sacrifício

Sheffield, Inglaterra
2 de Setembro de 2030
15:00 

Após a descoberta da traição, Carl fica super irritado e começar a socar tudo mas, ele se acalma e se senta em um canto.

Carl: Eu não consigo! Eu não quero ferir eles! Mas... Eu os odeio tanto! É isso que acontece quando você é bonzinho demais, você é REJEITADO!
Paul: Não acha que já está na hora de mudar?
Carl: Eu não quero machuca-los. Acho que seria melhor eu me isolar, assim eu não viro um monstro pra eles.
Paul: Seu fraco! Já cansei de te ouvir se lamentando. Siga-me.

Paul desce as escadas e sai de casa. Carl rapidamente se levanta e corre atrás.

Carl: ESPERA! Onde está indo?
Paul: Vou lhe apresentar uma pessoa especial e um lugar especial.

Paul e Carl caminham até o fim da rua e chegam a um ferro-velho ao lado de um prédio abandonado. Eles desviam do ferro-velho e entram no prédio.
Logo na entrada, eles se deparam com uma escada quebrada e um velho sentado em um pano no chão ao lado de baldes.

Carl: O que estamos fazendo aqui?
Paul: Vá falar com aquele velho e peça um gole de Ilustan.
Carl: O quê?!
Paul: Confie em mim. Ele é um antigo contato meu... Apenas não nos damos muito bem.
Carl: Hmm...
Paul: Vá lá. Eu vou esperar aqui na porta.
Carl: Certo...

Carl caminha até o velho, mas, ao se aproximar, ele abre os olhos e olha diretamente nos olhos de Carl.

Velho: O que você quer?
Carl: Eerr... Eu quero um gole de Ilustan.
Velho: Hm... Vejo que você tem um contato especial.

O Velho pega um copinho descartável e coloca dentro de um balde com líquido vermelho.

Velho: Tome.

Carl pega o copinho e toma tudo. De repente, ele cai no chão e começa a ter uma convulsão. De repente, seu corpo começa a pegar fogo até ele apagar.
Ele acorda em um lugar subterrâneo, com fogo por todos os lados e um rio de sangue circulando por todo o lugar.

Carl: O que aconteceu? Onde eu estou?

Carl se levanta e, de repente, Paul coloca a mão em seu ombro.

Paul: Você está caído no chão. Isso não é real... Ainda. Você está tendo uma visão de Halux. 
Carl: Que lugar é esse?
Paul: No senso comum de um humano do novo mundo, isso pode ser chamado de Inferno.
Carl: Espera, eu estou no inferno!?!
Paul: Hm... Pode se dizer que sim. Mas, não atoa. Vou te dar uma coisa.

De repente, um altar sai de dentro do chão com uma adaga roxa.

Paul: Deite-se.

Carl sobe no altar e se deita. Paul pega a adaga e desenha duas asas e um ferrão no peito de Carl. Logo depois, perfura o centro.

Carl: AAAHHH!!! Por... Que?
Paul: Você vai me agradecer depois. Hora de acordar.

De repente, tudo começa a escurecer até Carl apagar novamente. 
Após uma hora, ele acorda na escada do prédio. Ele desesperadamente levanta sua camisa e vê a marca de Halux em seu peito.

Carl: Isso... Isso não foi um sonho.
Paul: Nope. Foi mais real do que pensa.

Carl olha pro degrau de cima e vê Paul sentado na escada.

Carl: O que foi que você fez?
Paul: O Sacrifício sombrio. Lhe dei poderes em troca de sua alma.
Carl: Minha alma?!
Paul: Mas isso não é um pacto. Afinal, eu sou você, você é eu. Apenas nega a existência de sua maldade interior.
Carl: Mas como isso? Você é satã?
Paul: Não seja idiota... Satã morreu já faz anos. Ele era apenas mais uma das entidades consideradas ruins pela humanidade. Mas isso é de menos. Siga-me.

Paul sai do prédio e Carl vai atrás. Eles entram no ferro-velho abandonado e encontram quatro mendigos ao lado de fogueiras.

Paul: Vê esses mendigos? Quero que acabe com eles.
Carl: Por que? Eles não fizeram nada!
Paul: Pra você parar de ser bonzinho! Mate logo eles! Vê aquele que está comendo uma banana? Devore sua mente.
Carl: QUÊ? COMO?
Paul: Se concentre em sua cabeça, depois apague tudo e exploda seu cérebro.

Carl se concentra no mendigo e começa a olhar as memórias dele.

Carl: Ele era um sargento do exercito de 2023. Foi demitido devido ao fechamento de exércitos não-oficiais por exércitos da Dreamland. Não foi capaz de conseguir outro emprego e acabou se afogando nas bebidas. Perdeu a casa e teve que morar na rua.
Paul: Viu? São apenas mendigos! Eles já sofreram demais. Estão no limite da vida. Acabe logo com o sofrimento deles!

Carl consome todas as memórias do Mendigo e explode sue cérebro. Seus ouvidos, olhos, nariz e boca começam a vazar sangue e ele cai morto no chão.

Carl: Meu Deus...
Paul: Não se choque. Você vai matar todos eles!
Carl: Esse é o melhor jeito pra me fazer mais malvado?
Paul: Não quero te fazer malvado. Quero que você pare de sofrer por humanos! Vamos, mate aqueles outros dois!

Carl hipnotiza um dos mendigos, faz ele quebrar uma garrafa de vidro na cabeça de outro mendigo e o mata enfiando os cacos em seu pescoço e olhos. Logo depois, ele pega metade afiada da garrafa enfia no pescoço.

Paul: Muito bem! Agora queime o ultimo!

O Ultimo mendigo tenta fugir, mas, Carl controla o barril com a fogueira e joga o mendigo dentro.

Paul: PERFEITO! Machucou?
Carl: Não sei o que dizer... Eu matei pessoas! Acho que estou passando mal...

Carl começa a vomitar.

Paul: Pare de ser bonzinho! Você quer se vingar de seus amigos? Agora você sabe como é matar. Vá e mate-os!
Carl: Eu não quero matar eles, quero apenas me vingar por ser abandonado e por tudo que me fizeram passar.
Paul: Se vingue matando-os!
Carl: Não... Eu vou dar uma segunda chance pra eles.
Paul: AHHHH! POR QUE VOCÊ É TÃO BONZINHO?! QUERO QUE SINTA ÓDIO!
Carl: Calma. Eu tenho um certo ódio por eles. Eu sei como posso ter minha vingança. Vou testar eles! Vou ver se eles dão valor a amizade.
Paul: Hm?
Carl: Caso o contrário, eles vão morrer!

Carl sai do ferro-velho e caminha de volta pra casa. De repente, vários carros brancos com o símbolo "DL" começam a fechar o lugar.

Próximo episódio
Francielle

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